Na próxima quinta-feira (6/6), a Prefeitura Municipal de Fortaleza realizará a inauguração dos equipamentos sociais do Projeto de Urbanização do Açude João Lopes, no bairro Ellery. O evento iniciará às 8 horas, com a promoção de serviços públicos diversos para a comunidade. Logo depois, às 10 horas, será realizada a solenidade de entrega dos empreendimentos, com a presença do Prefeito Roberto Cláudio e da titular da Fundação de Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), Eliana Gomes.
O projeto de Urbanização do Açude João Lopes e da Travessa Continental possibilitou a recuperação da macrodrenagem no entorno do Açude, drenagem e recuperação do meio- ambiente, reassentamentos de moradores da área de risco do açude, assim como a construção de uma série de equipamentos, que incluem um pólo de lazer e esportivo (quadras, pista de skate, brinquedos e instrumentos de ginástica), uma lavanderia comunitária e um centro de juventude.
O empreendimento foi desenvolvido pela Habitafor e a gestão e manutenção dos equipamentos sociais serão compartilhados entre a Secretaria Executiva Regional I e as Secretária de Desenvolvimento Econômico (SDE), Secretária do Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra) e Coordenadoria de Juventude. Os órgãos temáticos ficarão responsáveis, respectivamente, pela lavanderia, centro comunitário e centro de juventude.
Há 40 anos os moradores da região pleiteavam as melhorias no local. A demanda foi aprovada durante uma Assembleia do Orçamento Participativo- OP, possibilitando o recebimento de investimentos públicos. Os recursos, na ordem de mais de R$ 6,7 milhões, foram obtidos através de emenda parlamentar do Senador Inácio Arruda e também por recursos advindos do Plano de Aceleração dos Crescimento (PAC). O empreendimento popular, que teve início em 2009, já realizou o reassentamento de 80 famílias, no conjunto habitacional Maria José Gomes, no Alvaro Weyne, em 2011, e a perspectiva é de finalizar o processo beneficiando outras 300 famílias com melhorias habitacionais até o fim do ano.
Serviço:
Inauguração dos equipamentos sociais do Projeto Açude João Lopes
Data: Quinta-feira, 06 de junho de 2013
Horário: 8h às 12h (serviços públicos)
10h (Solenidade de Inauguração)
Endereço: Rua Raquel Holanda com Gonçalo de Lagos (Bairro Ellery)
Informações: 3488-3384 (Assessoria de Comunicação Habitafor)
O projeto de Urbanização do Açude João Lopes e da Travessa Continental possibilitou a recuperação da macrodrenagem no entorno do Açude, drenagem e recuperação do meio- ambiente, reassentamentos de moradores da área de risco do açude, assim como a construção de uma série de equipamentos, que incluem um pólo de lazer e esportivo (quadras, pista de skate, brinquedos e instrumentos de ginástica), uma lavanderia comunitária e um centro de juventude.
O empreendimento foi desenvolvido pela Habitafor e a gestão e manutenção dos equipamentos sociais serão compartilhados entre a Secretaria Executiva Regional I e as Secretária de Desenvolvimento Econômico (SDE), Secretária do Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra) e Coordenadoria de Juventude. Os órgãos temáticos ficarão responsáveis, respectivamente, pela lavanderia, centro comunitário e centro de juventude.
Há 40 anos os moradores da região pleiteavam as melhorias no local. A demanda foi aprovada durante uma Assembleia do Orçamento Participativo- OP, possibilitando o recebimento de investimentos públicos. Os recursos, na ordem de mais de R$ 6,7 milhões, foram obtidos através de emenda parlamentar do Senador Inácio Arruda e também por recursos advindos do Plano de Aceleração dos Crescimento (PAC). O empreendimento popular, que teve início em 2009, já realizou o reassentamento de 80 famílias, no conjunto habitacional Maria José Gomes, no Alvaro Weyne, em 2011, e a perspectiva é de finalizar o processo beneficiando outras 300 famílias com melhorias habitacionais até o fim do ano.
Serviço:
Inauguração dos equipamentos sociais do Projeto Açude João Lopes
Data: Quinta-feira, 06 de junho de 2013
Horário: 8h às 12h (serviços públicos)
10h (Solenidade de Inauguração)
Endereço: Rua Raquel Holanda com Gonçalo de Lagos (Bairro Ellery)
Informações: 3488-3384 (Assessoria de Comunicação Habitafor)
Fonte: Habitafor
Publicado por: Evaldo Paulino
I – Cargos de eleição majoritária
Abordaremos inicialmente o aspecto privatista do espaço público, patrimonialista, caracterizado pela intervenção abusiva do poder econômico, manifesto em campanhas estimadas em milhões de reais, financiadas pela iniciativa privada. Essa prática vicia nossas relações políticas, tornando os mandatários de cargo eletivo lobistas, meros prepostos dos interesses financeiros de seus financiadores, em detrimento das efetivas necessidades da população, dos pontos estratégicos para o desenvolvimento da nação e da causa republicana. A captação privada de recursos financeiros torna a eleição um enorme show bussness, antidemocrático, que reduz enormemente as chances de candidatos com pouco poder econômico ou sem relações com grupos financeiros.
A única forma de solucionar tal mazela é o financiamento público de campanha e, em conseqüência de tal regramento, o fortalecimento dos partidos, como instituições sólidas, reflexo, de fato, da pluralidade ideológica presente no seio da sociedade.
A razão precípua do exaurimento do modelo liberal ocidental corresponde exatamente à conurbação entre o público e o privado em todas as dimensões da vida estatal e com todas as conseqüências decorrentes. A política precisa assumir o status prático de interesse primário, de fundamento de validade para a sociedade, para os seus membros, seus cidadãos, anterior, até mesmo, aos interesses exclusivamente estatais.
A única conclusão lógica impostergável dessa linha prática de raciocínio é a de que a sociedade financie seu processo de eleição. Para que, dessa forma, de fato seus interesses mais urgentes e fundamentais não sejam escamoteados ou, minimamente, reduzidos a segundo plano antes os pleitos particulares dos entes privados que se dispuseram a sustentar por meio de seus ativos, a título de investimento, os partidos políticos, os candidatos e a logística eletiva.
II – Cargos Legislativos
Para os cargos legislativos, na medida em que defendemos a manutenção do voto nominal, entendemos ser inviável a adoção do financiamento público. Isso em função de dois aspectos basilares, a saber: o aparelhamento autoritário das burocracias partidárias e o distanciamento da sociedade civil do embate político. Mencionamos ainda, por oportuno, o vilipêndio do princípio da isonomia entre os candidatos e entre os partidos. O sistema político-eleitoral que advogamos somente prospera em um ambiente de equilíbrio de condições econômicas entre os seus diversos atores. Para os cargos proporcionais o sistema de arrecadação privada. Em uma análise mais simplória pode vir a parecer uma contradição, isso, não obstante, não encontra respaldo, quando pormenorizado o funcionamento arrecadatório.
O que propomos, por seu turno, é a adoção de contribuições privadas de campanhas, adstritas ao valor de 1 (um) salário mínimo por CPF, portanto permita físicas. Assim o candidato teria que buscar em meio à sociedade a subvenção necessária à sua campanha, sem que isso necessariamente incorra em abuso do poder econômico, dado o caráter modal da contribuição permitida à pessoa física.
Paulo Roberto Mariano Pires
Estudante do Curso de Direito da Universidade Federal Fluminense - UFF
Diretor do Conselho Regional de Estudantes de Direito do Estado do Rio de Janeiro – CORED/RJ
Pesquisador - iniciação científica – financiado pela Fundação Carlos Chagas de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ

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